sábado, 18 de junho de 2016

O Mundo cristão foi levado a gigantesco erro bíblico.



Mostraremos, abaixo, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)


Mostraremos. também, segundo a História e segundo as Raízes da Igreja, que  os cristãos observaram todos os sábados até o ano 364,  ou  seja, 332 anos após a Ressurreição de Jesus, quando então, pelo Concílio de Laodicéia, finalmente foram obrigados, sob pena de severos castigos e até da excomunhão, todos aqueles que teimassem em continuar guardando os sábados milenares.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência aos papas romanos de tantos erros, servos de Satanás. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Essa discussão constante sobre sábados e domingos como sendo o Dia do Senhor é de grande inutilidade, pois a verdade sobre isso é tão cristalina, tão esclarecedora e tão conclusiva que inviabiliza qualquer discussão a respeito.   Quer ver por quê?

Os apóstolos de Jesus e os demais cristãos da Igreja Primitiva jamais guardaram um só domingo, e provaremos agora:  Esse dia só começou a acontecer como “substituto” do sábado no ano 364 de nossa era, ou seja, 334 anos depois da Ressurreição de Jesus.  Portanto, somente mais de três séculos depois da Ressurreição de Jesus os cristãos passaram a desrespeitar o sábado promulgado por Deus no Monte Sinai, e mesmo assim obrigados.
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11
Pode-se discutir preceitos bíblicos, quando dão margem a mais de uma interpretação, mas NEGAR A HISTÓRIA  e as RAÍZES DA IGREJA, que também é História, isso não é possível, dentro da honestidade.

No Evangelho, não encontramos uma só linha que informe que o sábado viria a ser “substituído” pelo domingo da Ressurreição de Jesus (mesmo porque isso seria impossível),  mas a História nos revela que somente no ano 364 os cristãos foram obrigados a passar a guardar o tal domingo.


O importante evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA.

Laodiceia é citada no Apocalipse como uma das Igrejas da Ásia.

O bispo de Roma, Libório (Papa Libório pela marcação católica) convocou um concílio de nominado Concílio de Laodicéia para finalmente decretar uma proibição que já vinha sendo planejada e ensaiada havia tempos: A PROIBIÇÃO DO SÁBADO NA VIDA DOS CRISTÃOS, resultado do ódio contra os judeus, pois os bispos não aceitavam guardar o mesmo dia que os judeus.

O Cânon 29 do Concílio de Laodicéia decreta:

"Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  John Hagee, ‘Should Christians Support Israel? página 167.

Além de o resultado do Concílio de Laodicéia ter, finalmente, proibido o sábado na vida dos cristãos, o Papa Libório ainda decretou severos castigos a qualquer cristão que ousasse desrespeitar o resultado do concílio.

Então, até um tolo pode concluir que se um Concílio foi criado exatamente para proibir todos os cristãos a continuar a guarda do sábado, não teria havido a necessidade desse disso se os cristãos já estivessem guardando o tal domingo desde a Ressurreição de Jesus, como querem os das doutrinas e tradições.

Testemunhos de grandes homens a respeito do sábado:


A maior das provas que comprovam que nenhum dos apóstolos de Jesus, mesmo depois de sua Ressurreição jamais guardaram um só sábado nos é provado pela História Universal e pelas Raízes da Igreja que mostram o evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que foi convocado pelo Papa Libório (marcação católica) no ano 364 de nossa era, justamente para fazer cessar a guarda dosa sábados pelos cristãos, por puro ódio aos judeus. Os bispos cristãos, já habitando sob o teto dos palácios dos reis, não suportavam ter de guardar o mesmo dia que os judeus. E já que os judeus prefeririam morrer a violar os sábados, pelo Concílio de Laodiceia, no ano 364, FOI PROIBIDA A GUARDA DO SÁBADO QUE VINHA SENDO GUARDADO ATÉ ÀQUELE ANO. e para consolidar essa infeliz proibição, foram decretados severos castigos a todo aquele que ousasse continuar a guardar os sábados. Mas havia os remanescentes que preferiam castigos até mortais a agredir a Vontade de Deus. Vejamos alguns testemunhos de grandes homens a respeito do CONCÍLIO DE LAODICÉIA:


O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:
“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

“O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.” Fonte: “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso!


William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265; 

Mas na história do cristianismo sempre houve os remanescentes, os únicos da Bíblia, somente da Bíblia. Por isso mesmo, nem obrigados pelo Concílio e Laodicéia  não renegaram as promulgações de Deus para a guarda e santificação do sábado santo e abençoado, assim nomeado pelo Criador:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Jesus condenou os fariseus que rechaçavam a Palavra de Deus por conta das suas doutrinas e tradições. Mas hoje isso continua acontecendo por conta do desrespeito ao sábado, como se essa agressão a Deus pudesse ser algo normal, pois Católicos, Ortodoxos e Evangélicos preferem viver suas doutrinas e tradições,  não se importando, nem um pouco, em pisar sobre o Quarto Mandamento de Deus Pai que nunca muda em suas promulgações:

 Porque eu, o Senhor, não mudo”. O Senhor, em Malaquias 3:6.


“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.




Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira. 


“Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.  E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.    Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a Verdade.    1 João 2:3 - 4


Abaixo, estão colocadas duas fantásticas revelações bíblicas sobre sábados e domingos, mas que não foram escritas.

De tão importante que é o Decálogo para nós outros, segundo a Vontade de Deus, a Arca da Aliança vai ser retirada do Santuário de Deus e vai ser exibida a TODAS AS NAÇÕES da TERRA, de todos os tempos passados e futuros (Apocalipse 11:19), e para ressaltar mais ainda seu valor, o único profeta a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, Moisés, que tem tudo a ver com o Decálogo, um coral formado pelos Eleitos de Jesus, vestidos de branco, certamente acompanhados de uma grande orquestra de anjos, cantarão o Hino de Moisés!  (Apocalipse 15:3).

Mas os domingueiros pretendem que a Arca da Aliança seja exibida por Deus Pai ALEIJADA, faltando o Quarto Mandamento!


É possível uma asneira dessas idealizada e praticada pelos domingueiros? 


Mostraremos, abaixo, Segundo a Verdade de Deus, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo).


Provaremos, também, que essa história de os apóstolos de Jesus guardavam o domingo é totalmente inviável, pois a História nos revela que os cristão guardaram os sábados até o ano 364 quando mostra, sem sobra de dúvidas, que somente após o Concílio de Laodicéia, regido pelo Papa Liborio (marcação católica) ficou totalmente proibida a guarda do sábado a favor do tal domingo. Portanto, nem os apóstolos, nem seus descendentes e gerações futuras guardam os  domingos, pelo menos até o Concílio de Laodicéia.


   Existem, no Evangelho, duas grandiosas revelações que não foram escritas, mas são facilmente compreendidas. Confira. Pois todo cristão deve tomar conhecimento.

PRIMEIRA REVELAÇÃO


A respeito de sábados ou domingos, se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”, não teria sido algo fácil de aceitação dos cristãos, principalmente dos judeus convertidos ao cristianismo, incluindo também os fariseus da Torah.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSURREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:

A (impossível) TRANSIÇÃO DA GUARDA DO SÁBADO PARA O DOMINGO.



Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  pergunto:  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?   Um evento desse porte, pois coloca em Xeque a Palavra Viva de Deus, teria de ter havido um período de transição, pois jamais seria possível induzir, facilmente, principalmente os cristãos advindos da tradição israelita, cessarem subitamente a santificação dos sábados apenas por conta de uma decretação a respeito pelos apóstolos de Jesus  TERIA DE TER HAVIDO, OBRIGATORIAMENTE,  UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO.

Se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim: 

“Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSURREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:
Todos os cristãos judeus e não judeus aceitariam, passivamente, o corte do mandamento do sábado?

Se tivessem aceitado essa difícil situação, quando e onde ACONTECEU A TRANSIÇÃO do sábado para o domingo? 

No sábado seguinte à ressurreição de Jesus, mesmo ele tendo permanecido na Terra por mais 40 dias?

Uma semana depois da Subida de Jesus ao Reino de Deus Pai? Um mês depois? Um ano depois?  

Eu mesmo respondo: NUNCA!!! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado ATÉ  NO ANO 364 depois de Cristo, onde aconteceu o Concílio de Laodicéia, que finalmente determinou a abolição do sábado na Igreja a favor do domingo?   Então segundo a total e indiscutível lógica evangélica, os cristãos continuaram a guardar e santificar os sábados,  pelo menos até esse ano da proibição.

A História das Raízes da Igreja revela, segundo os livros abaixo, que  por ódio dos judeus  e por isso mesmo para diferenciar os cristãos dos judeus, o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Liberio (pela contagem católica) , um decreto que proíbiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas, PORTANTO NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS, mesmo depois de ele ter subido ao Reino de Deus Pai.

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364, o que anula definitivamente as declarações dos domingueiros que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve um breve período de TRANSIÇÃO, pois nem todos concordaram com o resultado do Concílio de Laodicéia,  resultado certamente orquestrada pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
Álvaro Huerga. Histori A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart),a de los alumbrados.  Espanha, 1978.



O apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados ao ar livre, pois não caberia num salão:

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável.  


SEGUNDA REVELAÇÃO


Há mais uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma  -- se estiver presente a honestidade --, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora, que indiscutivelmente PROVA biblicamente que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.
 Basta RACIOCINAR para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:
 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os judeus, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e príncipes do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomar as refeições sem que antes lavassem as mãos. E isso ficou registrado no Evangelho.
 Os fariseus protestaram forte apenas pelo fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,    assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que num sábado os apóstolos de Jesus colhiam espigas para matar a fome, então,  por conta disso,  imagine, então, os fortes protestos e as terríveis consequências que certamente ocorreriam se os apóstolos de Jesus tivessem apenas ousado sugerir que a partir da Ressurreição de Jesus o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo,   o que só veio a acontecer quando o clero de Satanás, na pessoa de seu papa Libório, pelo Concílio de Laodicéia, ano 364,  por puro ódio dos judeus proibiram o sábado  a favor do tal domingo e ainda decretaram perseguições a todo aquele que teimasse continuar com o sábado. 
 Se apenas um só dos apóstolos sugerisse que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes, pois por muito menos tentaram, por várias vezes, assassinar Jesus por conte de os fariseus julgarem que ele violava os sábados santos e por revelar que era o Filho de Deus Vivo. 
 Segundo a tradição israelita, se qualquer um dos  apóstolos tivesse apenas sugerido tal mudança insensata, absolutamente inconsequente -- segundo Jesus em Mateus, 5.17 até 28 --, teriam sido arrastados pelas ruas e apedrejados em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus vivo. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, meu amado irmão e concluirá pela lógica irreversível!
Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viera a substituir o sábado e, apenas por isso,  facilmente se entende que NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia. 

Sobretudo, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, e ainda instituído como Um Sinal entre Deus Pai e a Humanidade, já que está bastante repetido no Evangelho que ele, o Senhor, não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e em Efésios 2:14 revela que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA a favor da existência de UM SÓ POVO DE DEUS.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente Paulo teria sido linchado, tal como o apedrejaram noutra ocasião (Atos 14:19) apenas pelo fato de ter curado um lesionado dos pés e coxo; Atos, 14:8.

Esse escândalo dos fariseus aconteceu  porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de seus pais, tal como a Circuncisão da carne, os sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas, a lei do chicote e outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas, inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.
“Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.
Repetindo pela alta importância, o apóstolo Paulo que falava e escrevia sob completa inspiração do Espírito Santo de Deus jamais foi acusado de tentar ensinar contra o sábado, ao contrário, ele levava sua Igreja a santificar TODOS OS SÁBADOS:
 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, s encheram de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendentemente, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina, os cristãos antigos a trocarem o sábado pelo domingo, após a Ressurreição de Jesus, exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.
 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio!
 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Paulo com medo?  Pedro como medo?
   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus eles perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  O bispo silenciou.
 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que NÃO HÁ A MÍNIMA POSSIBILIDADE  DE A  IGREJA DE JESUS TER VIOLADO UM SÓ SÁBADO SANTO E ABENÇOADO DE DEUS, COMO ESTÁ ESCRITO.
Quem precisa mais que isso para ter a certeza de que o sábado é perpétuo?

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?.  Obrigatoriamente teria de ter havido um período de transição e devidamente registrado no Evangelho, assim como ficou registrado o simples fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos.

Um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus, e pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? 
 Todos os cristãos judeus e não judeus teriam aceitado passivamente o corte do mandamento do sábado?

A TRANSIÇÃO ACONTECECEU no sábado seguinte à ressurreição de Jesus?  No sábado depois que ele subiu ao Reino de Deus Pai? Uma semana depois? Um mês depois? Um ano depois?  Eu mesmo respondo: NUNCA! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado AINDA no ano 364 depois de Cristo, e que por ódio dos judeus o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Libório, um decreto que proíbiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversivel, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS!

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve a TRANSIÇÃO, pois nem todos os cristãos aceitaram passivamente a exclusão do Quarto Mandamento de Deus a favor do tal domingo, fato certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, novamente coloco: essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.



A palavra DOMINGO, vem do latim "Dies Dominicus", e era dia de festa dos romanos que o tinham como DIA DO SOL, astro esse muito venerado pelos romanos.



Portanto, a palavra DOMINGO não existe na Bíblia por inteira. Mas os papas romanos, aliando a fidelidade a Constantino, ao Dia do Sol romano mais a desculpa pela Ressurreição de Jesus num domingo, somados ao ódio que os da Igreja mantinham contra os judeus, através do Concílio de Laodicéia, ano 364, o papa Libório (denominação católica)  a abolição do sábado santo e abençoado, assim chamado por Deus Pai, perdendo lugar para o tal domingo.  






Mas essa palavra DOMINGO,  não encontraremos na Bíblia, desde Gênesis ao Apocalipse. No Evangelho encontraremos as palavras “No primeiro dia da semana”, mas não domingo,  pois isso foi invenção do papado romano nada santo, apesar de que nas bíblias modernas católicas os clérigos inseriam lá a palavra domingo como o “Dia do Senhor”, ingressando nas maldições constantes no Apocalipse 22:19 e 19 a quem ousar acrescentar ou retirar qualquer adendo à Palavra de Deus Escrita. 



 Ainda, pelo Concílio de Laodicéia, o papado romano decretou severas perseguições  a todos os cristãos que ousassem continuar a guardar os sábados.



Mas havia os REMANESCENTES, os da Bíblia, somente e unicamente da Bíblia, que sempre tiveram parte ativa na preservação do verdadeiro cristianismo, e isso acontece até hoje e acontecerá até a Consumação dos séculos.

Irmão, irmã, como você agiria ao descobrir que foi enganado?

O que vale mais: A Palavra de Deus Escrita ou as doutrinas?


Qual a melhor Fonte da Verdade: A Palavra de Deus Escrita ou as doutrinas?

Hoje, início do século 21, na certa tudo orquestrado por Satanás, notamos que a maioria do povo tenta buscar a Deus fora das Escrituras. Algumas “crenças” usam o Evangelho de acordo como lhes interessa, pois o misturam a Palavra de Deus com todo tipo de preceitos humanos do modo como lhes convém.

Segundo o Espírito Santo de Deus, a primeira condição para a salvação na Eternidade é a Obediência irrestrita a Deus Pai,  e a segunda é a Graça de Jesus, que consiste na realização de boas obras por amor ao semelhante.], o AMOR maior que a fé, segundo 1 Coríntios 13:13.


O objetivo desse trabalho é o de mostrar, a quem se interessar, a salvação na Eternidade através da Palavra de Deus!

      “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”.  Mateus 22:29.

     “Examinai tudo e retende o que é bom”. O Evangelho, em I Tessalonicenses 5:21.

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

Notem bem os domingueiros que o Senhor exige a guarda de TODOS os seus mandamentos, e não apenas os nove que corrompem a vida espiritual, também,  dos evangélicos pela falta do Quarto Mandamento.

 Sendo você um cristão, mesmo que não saiba ou possa negar é um felizardo, pois por essa mensagem vai ter a chance de tomar conhecimento de verdades bíblicas que a maioria pastoral cristã tenta esconder para não ter de colocar suas doutrinas ou tradições em xeque, quando comparadas, de fato e sem farisaísmo, com a Bíblia, com a Palavra de Deus Escrita!

“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Hebreus 4:12.

“Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir (retrucar), para corrigir, para instruir em justiça para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.  II Timóteo 3:16-17


 O maior exemplo que nos revela a Salvação pela Obediência e pela Graça nos foi brindado por Jesus, vejamos:

Um homem muito rico perguntou a Jesus:

-- Mestre, qual é o caminho da salvação na eternidade?

-- Primeira condição: Guarda os mandamentos de meu Pai.  A seguir Jesus cita alguns dos mandamentos para se fazer entender que falava das 10 leis de Deus  promulgados no Monte Sinai.

-- Ora, Mestre, mas isso eu já faço. Então estou  salvo, pois eu guardo todas as Dez.

-- Mas então te falta a Segunda condição: Sirva aos seus semelhantes praticando a caridade. Distribua tuas  riquezas aos necessitados (boas obras).

Outra prova que em primeiro lugar tem de ser vivida a OBEDIÊNCIA A Deus, foi nos dada como exemplo pelo Cristo Jesus:

 “E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. Mateus 26:39.

Tem pastores evangélicos que ensinam que a Obediência a Deus não tem de ser subordinadas a decretos, mas estão fazendo a parte do Diabo, pois quando se fala de Obediência a Deus se fala diretamente da observação das dez leis, e não somente nove.


“Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos 12.13. 

E tem gente que acha que as dez leis de um Deus que nunca muda em suas promulgações à Humanidade, foram revogadas. Os evangélicos, na extensa maioria, guardam apenas nove das leis e desmentem as colocações bíblicas até no Evangelho de Pedro que deus não muda.

Os católicos e ortodoxos guardam apenas oito delas... e todos esses se dão por satisfeitas com suas doutrinas humanas, ignorando a Verdade de Jesus.

Pra que serve o Evangelho? Acaso não é para nos espelharmos nas revelações, nos ensinamentos e nos exemplos nos concedido por Jesus e por seus apóstolos?

Ora, então por que aqueles que se dizem cristãos do Evangelho se orientam mais por suas doutrinas, que na maioria das vezes agridem a Palavra de Deus, como mostraremos aqui?

Sem se dar conta, sem que ainda hoje se dê conta, o mundo cristão foi levado a um erro de proporções descomunais. Por não se dar conta, o mundo cristão, em geral, não se preocupa ou não se interessa em buscar a sabedoria diretamente no Recado Escrito de Deus ao homem, a única fonte confiável e, mansamente, se deixa levar pelas doutrinas e pelas esfarrapadas interpretações bíblicas dos que ensinam, sejam eles católicos, ortodoxos e também evangélicos, como veremos aqui.  O Evangelho já profetizava isso:

...para que não mais sejamos meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela fraudulência dos homens, pela astúcia tendente à maquinação do erro”.  Efésios, 4.14.

Qual é esse descomunal erro? Vamos a ele.

Hoje, é notório e comum ouvir-se de pregadores diversos, até famosos, que Jesus pregou os Dez Mandamentos de Deus na cruz, ou seja: que Jesus excluiu as Dez Leis do Pai para dar lugar à religião da graça e da liberdade, como se não se necessitasse mais de leis para se reconhecer o pecado e o Criador ficasse sem os parâmetros e as medidas que ele mesmo nos impôs para julgar os ímpios ao final dos tempos.

Pergunto: como poderá haver julgamento se Deus  não tivesse promulgado leis específicas para a Humanidade?

Por isso mesmo o Apocalipse, 14.12 nos revela que pelas leis de Deus seremos julgados e que o apóstolo Paulo afirma que ele é ESCRAVO das Leis de Deus. e que não poderia haver pecado se não existissem as Leis de Deus, preceitos bíblicos esses colocados abaixo. 

Principalmente na Carta aos Gálatas, interpretada errada pela maioria dos pastores evangélicos que alegam que "as leis já eram", mostraremos abaixo, no EVANGELHO, que Paulo defendia as leis de Deus, do Decálogo e té se confessou Escravo delas:






A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados  com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, seus servos vivos:

 “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas num sábado (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

 Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.


“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens e figuras sacras jamais passará.  De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor! 

Pelo preceito abaixo, mais uma vez o Evangelho de Jesus legitima nítida e novamente o Decálogo, e ainda revela que assim como os demais Mandamentos, também o do sábado é necessário para a salvação – pelo menos para aqueles que já tomaram conhecimento do valor integral do Decálogo, como aqui está sendo exposto -, pois a falta dele ou de qualquer outro invalida a Salvação na Eternidade para quem conhece essa Verdade. Não fui eu quem inventou, mas quanto a isso a Palavra de Deus é bem direta, firme, determinante, contundente, conclusiva e esclarecedora.   Ou será que o Senhor Deus “enganou-se” ao revelar-nos esse preceito? Por mais essa determinação evangélica (abaixo) está claro que não adianta guardar nove dos Mandamentos de Deus se omitirmos a guarda de qualquer outro dos Dez, tal como a do sábado, é claro:
                                                                                                                                                                                                                                                        
“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11


Mas o real motivo da imensa incoerência dos domingueiros não é a de fugir de todas as Leis de Deus que regulamentam a conduta dos seres humanos, mas procuram fugir de UM só dos Mandamentos que incomoda a quase todos os que se dizem cristãos, como veremos.

Com referência à absurda conclusão da falência do Decálogo no Evangelho, ensinada por grande parte dos pregadores, tal conclusão é oca, insípida, insossa, inverossímil, disforme, enganosa, mentirosa, absurdamente despropositada e, pior, trata-se de um tremendo disparate bíblico bem ao gosto de Satanás.   Vamos ver o porquê disso, sob a Palavra Escrita de Deus?

Primeiramente, porque Deus, o Criador, mandou seus profetas escreverem os livros bíblicos e demais leis, provisórias como a maioria de Levítico ou não, mas de tão importante que foram e são as DEZ LEIS O SENHOR AS ESCREVEU PESSOALMENTE, e ainda fundidas em rochas bem duras para que nunca se apagassem, pois papiros e metais se dissolvem com a ação do tempo.


“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías 30:8.

 Para ressaltar, mais ainda, a importância do Decálogo, Deus mandou construir uma arca de madeira maciça, trabalhada, toda revestida de ouro, incrivelmente maravilhosa, e mandou colocar dois anjos de ouro representando segurança divina do Decálogo ali colocado, as leis que regulamentariam as relações entre a Humanidade e Deus e outras entre os seres humanos que compõem a Humanidade, pois Está Escrito que o Criador não faz distinção de pessoas ou raças.

De tão importante que é o Decálogo para nós outros, a Arca da Aliança vai ser retirada do Santuário de Deus e vai ser exibida a TODAS AS NAÇÕES da TERRA, de todos os tempos.  Apocalipse 11:19 e para ressaltar mais ainda seu valor, o único profeta a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, Moisés, que tem tudo a ver com o Decálogo, um coral formado pelos Eleitos de Jesus, vestidos de branco, certamente acompanhados de uma grande orquestra de anjos, cantarão o Hino de Moisés!  Apocalipse 15:3, mas os domingueiros pretendem que a Arca da Aliança seja exibida por Deus Pai ALEIJADA, faltando o Quarto Mandamento!


"E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos". Apocalipse 15:3


De tão importante que é o Decálogo para nós outros, segundo a Vontade de Deus, a Arca da Aliança vai ser retirada do Santuário de Deus e vai ser exibida a TODAS AS NAÇÕES da TERRA, de todos os tempos (Apocalipse 11:19), e para ressaltar mais ainda seu valor, o único profeta a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, Moisés, que tem tudo a ver com o Decálogo, um coral formado pelos Eleitos de Jesus, vestidos de branco, certamente acompanhados de uma grande orquestra de anjos, cantarão o Hino de Moisés!  (Apocalipse 15:3).

Mas os domingueiros pretendem que a Arca da Aliança seja exibida por Deus Pai ALEIJADA, faltando o Quarto Mandamento!


 Em completa sintonia com Deus Pai, como não poderia deixar de ser, Jesus Cristo, em sua primeira pregação à Humanidade, foi logo de cara promulgando, novamente, todas as Dez Leis, em cada letra e em cada til e em vírgula, fazendo delas os fundamentos do cristianismo, em Mateus, 5.17 a 38, onde foi absolutamente taxativo regendo que o Céu e a Terra podem ser destruídos antes que se possa retirar das Leis uma só vírgula.

Quando Jesus resumiu as Dez Leis em duas, deixou bem claro que as demais leis estão submetidas às resumidas, e sabemos que as primeiras quatro Leis do Decálogo dizem do amor incondicional ao Senhor e as demais dizem respeito ao amor incondicional ao semelhante, pois RESUMIR algo não anula o teor completo.

Depois, Jesus ainda resumiu as 10 leis em um só mandamento; O Mandamento do AMOR, pois quem ama ao Senhor vai obedecer aos seus mandamentos. E quem ama o semelhante vai respeitá-lo de acordo com as últimas seis leis.



O mesmo Jesus resumiu pela segunda vez o Decálogo: Transformou os dois mandamentos resumidos em apenas um:


“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”.  Jesus Cristo, em João 15:12.

Para ressaltar, mais ainda, o valor perpétuo das Dez Leis, o Senhor Deus vai fazer surgir, no fim dos tempos, no Grande Dia de Jesus, a Arca da Aliança no Céu, retirada do SANTUÁRIO DE DEUS para que todo mundo a veja e todos os eleitos de Deus cantarão o Hino de Moisés, o profeta que tem tudo a ver com a entrega das Dez Leis à Humanidade.

Os fariseus do mundo alegam que as Dez Leis foram entregues aos israelitas, no Primeiro Concerto, e que por isso nós não herdamos isso, como se também não tivéssemos herdado as consequências do grave pecado de Adão e Eva, tais como ter filhos à dor e de o homem ter de sustentar sua família com muito trabalho e suor, pois as maldições foram promulgadas a eles.

No mais, se as Dez Leis fossem “coisas de judeus”, como alegam os fariseus, todos os livros do Antigo Testamento, escritos na época apenas aos israelitas nós não poderíamos nos beneficiar dos ensinamentos dos grandes profetas, tais como Daniel, Elias, Moisés, Isaías, Jeremias; também dos Salmos e, principalmente, os pastores evangélicos não poderiam buscar o preceito que tanto apreciam: Malaquias 3.10, onde Deus legitima o dízimo e promete bastante prosperidade aos que se mantiverem fiéis ao dízimo.  Tais fariseus usam de dois pesos e duas medidas ao escolherem os preceitos que lhes interessam no Velho Testamento, mas abominam outros que, por certo, trazem desconforto, como o Quarto dos Mandamentos, que traz sérias obrigações quanto ao Sétimo Dia, o mesmo dia que Jesus e sua Igreja santificavam, como veremos abaixo, pois Está Escrito, e se Está Escrito veio de Deus, e não pode ser contestado.

Sobretudo, quanto a israelitas e a nós outros, Está escrito que Deus não faz diferença de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele, e também Está Escrito que somos os verdadeiros herdeiros dos israelitas: 


“Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas”. Romanos 2:11

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” Atos 10:34    Até no Antigo Testamento Está Escrito:

“Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas”.  Deuteronômio 10:17

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12

Quer mais?

Atos 10:34.
Colossenses  3:25.
Efésios 6:9.
Lucas 20:21.
Romanos 10:12
O Espírito Santo de Deus concretizou um só povo no Evangelho, em Efésios 2:14:


Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio,  Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz.  Efésios 2:14-15

O apóstolo Paulo revela que somos os verdadeiros HERDEIROS dos israelitas, e os herdeiros herdam as bênçãos mas também as obrigações, no caso a Obediência às Dez Leis de Deus PAI.

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25.
Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.  1 Pedro 2:10. Agora não há mais distinção de pessoas, pois somos todos Povo de Deus.

A Cerimônia do Monte Sinai foi preparada por meses e durou semanas. A grandiosidade desse monumental evento foi tal que mesmo depois da cerimônia o Monte continuava fumegando e as trombetas dos anjos tocando cada vez mais fortes. Nesse nosso mundo moderno que se fazem filmes com surpreendentes efeitos especiais, esses nem chegariam perto do espetáculo majestoso que Deus fez criar no Monte Sinai para a entrega de suas Dez Leis à Humanidade!


“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19.

E NO EVANGELHO?

Em seu primeiro recado ao mundo, em sua primeira pregação pública, que aconteceu no chamado Sermão do Monte, Jesus, o Cristo de Deus, logo de cara, foi descartando qualquer possibilidade de o homem tocar nas Dez Leis de Deus, nem que isso se dê em uma única vírgula, imagine, então, em um ou dois Mandamentos inteiros, como o é atualmente!

 “Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til, até que tudo se cumpra”.  Jesus, em Mateus 5:17, perpetuando as leis também no Evangelho.



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E para que não deixasse dúvida alguma do teor forte de seu recado ao mundo todo, ou melhor: à Humanidade, por todos os tempos, Jesus asseverou, fortemente, ao declarar, peremptoriamente, de modo irrevogável, irrefutável, irretratável, incondicional, insofismável, absoluto e indiscutível que não veio para revogar nada, mas absolutamente nada das Leis dos Profetas, das Dez Leis do Pai, mas, sim, veio para cumpri-las e para ensinar a cumprir.

Para aclarar, mais ainda, a sua límpida promulgação ao mundo da obrigatoriedade da obediência de todos os Mandamentos da Lei, Cristo afirmou que até que o mundo passe, ou seja, até que venha o Grande Dia da Volta dele, não passará das Leis nem uma só palavra, nem uma só letra e nem o menor dos caracteres delas todas.  Vamos, então, reproduzir, aqui, o grande recado de Jesus na tradução das bíblias evangélicas e nas bíblias católicas mais antigas:

Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.  Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.  Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”.  Mateus, 5.17 até 28 seguintes.

Para asseverar, ainda mais, que Jesus se referia aos Dez Mandamentos do Pai, nos versos seguintes Jesus cristo ainda agrava, bem mais, o teor de observação de vários dos Mandamentos. Conferir em Mateus 5, verso 21 ao 28.

Somente essa pregação de Jesus, se levada em conta; se não ignorada, acaba com todo o farisaísmo Cristão dos que defendem o término das leis, como se isso pudesse ser possível, como desmente a troca do tal domingo que “veio a substituir o sábado”, coisas do papado romano.

Então acabou! No Monte Sinai, num majestoso cerimonial, no qual o monte fumegava sob o fortíssimo som das trombetas dos anjos, o Senhor instituiu o Decálogo para a Humanidade, pois ele sempre afirmou que NÃO faz distinção de pessoas e todos são iguais perante ele, independente de raça ou cor, e Jesus Cristo, no Evangelho, também num Monte, reafirmou o Decálogo do Pai em cada vírgula ou caractere.

Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Jesus, em João, 8.31. Ou será que não vale esse conceito para o texto acima reproduzido fielmente?

Notaram, irmãos?   Principalmente entenderam o fortíssimo recado de Jesus que nada mais é que a promulgação no Evangelho, da legitimação de todos os Dez Mandamentos, os mesmos antes promulgados pelo Senhor ao mundo, no Monte Sinai, e devidamente ressaltados no Apocalipse, 11.19, quando, no Dia de Jesus, a Arca da Aliança que contém o Decálogo vai ser retirada do Santuário de Deus e exibida à Humanidade de todos os tempos.

Então, segundo a nova promulgação por Jesus também no Evangelho, também num monte, o Decálogo foi perpetuado também no Evangelho, também num monte, e ESTÁ ACABADO! Nada, mas nada mesmo pode ser retirado ou acrescentado aos Dez Mandamentos de Deus, aos legítimos, pois são perpétuos! Mas tanto católicos, ortodoxos e evangélicos fogem disso ao abortar o Sétimo Dia de Deus, criado na Criação (Gênesis, 2.2) e chamado por Deus na Bíblia como Mandamento Santo, Solene e abençoado.


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 Então essa história satânica de que Jesus pregou os Dez Mandamentos na cruz é absolutamente inverossímil, inventada, está descartada, pois só serve para birutas de aeroporto que se deixam levar pelos ventos das doutrinas humanas, segundo Efésios, 4.14. Tal tolice está completamente anulada pelo Evangelho do Espírito Santo de Deus através do Verbo de Deus Jesus, o Cristo de Deus!  Se Jesus promulgou que as Dez Leis têm da valer até o Grande Dia da Consumação dos Séculos, assim está decretado e deve ser obedecido, pois Jesus é a Verdade e o Verbo de Deus e jamais poderia ter sido incoerente, tal como:

“Sim, eu Jesus, o Verbo de Deus, reafirmei perpetuamente as Dez Leis de meu Pai no Sermão do Monte, mas resolvi me desdizer e acabei pregando-as na cruz, dissolvendo-as, para dar lugar à liberdade e à graça”. Se isso pudesse se possível, teríamos de lançar ao lixo as Escrituras de Deus pela completa e absurda incoerência.

Jesus ainda se declara observador ardoroso e contumaz das Dez Leis do Pai e nos induz a praticá-las a todas, legitimando, novamente, as Dez Leis:
 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor. Assim como também eu tenho guardado os Mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”.  Jesus, legitimando, mais uma vez, os Dez Mandamentos de Deus, em João, 15.10.

Você conhece, de fato, os Dez Mandamentos como foram Escritos pelo Senhor? Não são os mesmos do catecismo católico. Então, algo está errado. Acaso Deus se enganou e o papado romano acertou?  Vale mais a Palavra de Deus Escrita como nos deixou ou as modificações do homem?  Se Deus não pode errar, então a Palavra do Senhor foi corrompida no catecismo católico!

Por sinal: Você conhece os Dez Mandamentos ORIGINAIS, como estão na Bíblia, legitimados por Jesus?  Veja logo abaixo.

Na verdade, o papado romano, os clérigos católicos não aceitam os Dez Mandamentos da Bíblia como foram Escritos e ainda com o fogo do olhar de Deus, até mesmo na Bíblia católica, e assim modificaram, no catecismo, dois dos Mandamentos como se pudesse ser possível modificar a Palavra de Deus Escrita, as Escrituras Sagradas  O clero teve de agir assim, pois nos Dez Mandamentos constam as explícitas proibições da fabricação e uso de imagens sacras, como também Deus ordena a santificação dos sábados.  Não há uma só linha no Evangelho que mande guardar o domingo, mas ele nos mostra que, coerentemente, Jesus e seus apóstolos santificavam os sábados (vide a seguir), o único mandamento chamado santo e abençoado, cujos preceitos estão colocados ao longo desses escritos. 

Os fariseus modernos afirmam absurdamente que em Mateus, 5.17 e seguintes Jesus afirmou que veio para cumprir as leis, assim como as cumpriu, "mas nós estamos livres delas, pois Jesus pregou as Dez Leis na cruz". Ora, se meditarmos sobre o Evangelho, é fácil notar que tudo o que Jesus disse aos seus apóstolos disse a toda Humanidade, pois com seu sangue não abriu os portais do Céu apenas aos seus discípulos, mas a toda Humanidade. No mais, tudo o que Jesus fez e agiu foi para nos

Vamos rever, então, os Dez Mandamentos do Monte Sinai, todos eles legitimados por Jesus no Evangelho?

“O Senhor falou conosco face a face, no monte, no meio do fogo:

1  Não terás outros deuses diante de mim.

NÃO FARÁS PARA TI  IMAGEM DE ESCULTURA, nem semelhança alguma do que há em cima, nos céus, nem embaixo, na terra, nem nas águas debaixo da Terra. Não as adorarás, nem lhes prestará culto; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou o Deus Zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos. Deuteronômio, 5.4 a 9.

  3  Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão.

LEMBRA-TE DE SANTIFICAR O DIA DE SÁBADO. Trabalharás durante seis dias e farás neles todas as tuas obras. O sétimo dia, portanto, é o sábado do Senhor e não farás nele obra alguma. Porque o Senhor santificou e abençoou o dia de sábado. Não farás nele trabalho algum, nem teus filhos, nem teus servos, nem teus animais. Porque, em seis dias, fez o Senhor os Céus e a terra, o mar e tudo o que há neles e, no sétimo dia descansou, por isso, O SENHOR ABENÇOOU E SANTIFICOU O DIA DE SÁBADO.

5  Honrarás teu pai e tua mãe como o Senhor, teu Deus, te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e para que te vá bem na terra que o Senhor, teu Deus.

6  Não matarás.

 7  Não cometerás adultério.

 8  Não furtarás.

9    Não dirás falso testemunho.

10  Não cobiçaras a casa de teu próximo nem desejarás a sua mulher, nem coisa alguma que lhe pertença.   As Escrituras Sagradas, em Êxodo, 20 e em Deuteronômio 5.


 Quem se habilita a desmentir o próprio Deus, cortando seus mandamentos? Ou será que o irmão, mesmo sendo pastor ou padre, tenta se enganar, anestesiando a consciência ou bloqueando a sua mente, optando pelas coisas do mundo que pelas de Deus que podem trazer dificuldades, mesmo imensas, mas também premia regiamente a fidelidade?

Toda vez que um pobre pastor, um pobre sacerdote, um bispo ou até um pobre teólogo vem com aquela história de que Jesus nos livrou das leis, da escravidão das leis, coloco todos os Dez Mandamentos para a análise deles e pergunto: “Analise, irmão: depois aponte qual ou quais desses Mandamentos nos trazem escravidão ou maldição?”. Responda-me, por favor!

Nenhum das dezenas deles até hoje se atreveu a responder-me, pois se revelando hipócritas, pelo menos não ousaram nomear um só Mandamento de maldito.

O Evangelho revela que até a Liberdade está sob a Lei:

“Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Porquanto, aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei. Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade”.  Tiago 2:10 a 12

Jesus nos ensinou que a primeira propriedade do cristão é obedecer a Deus Pai, depois vem o amor. Assim ensinou ao jovem rico em Marcos, capítulo 10. Também nos ensinou no famoso Pai Nosso que temos de fazer a Vontade de Deus, que tem de passar por suas Dez Leis:

“SEJA FEITA A TUA VONTADE, PAI, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU”.

Jesus disse ao Jovem Rico em Marcos, 10:17:

-- Queres te salvar? Guarda as leis de Deus.  Está é a Primeira condição para a salvação: a OBEDIÊNCIA.

A seguir, Jesus cita alguns dos mandamentos para provar que se referia ao Decálogo.

-- Mestre, mas eu guardo os mandamentos desde minha infância...

 -- Já fazes isso”, então só te falta uma coisa: Realize a caridade do amor. dividindo seus bens com a pobreza,                       Esta é a Segunda condição para a salvação: o amor pelo semelhante, pois só se consegue amar a Deus pela obediência a ele e através do amor ao semelhante.   Detalhes em meu blog:


    http://oexemplodojovemrico.blogspot.com.br/

Jesus (também seus discípulos), que sempre foi o primeiro a praticar coerentemente os seus próprios preceitos, jamais utilizou imagens e estátuas e santificou, coerentemente, também o santo, solene e abençoado sábado, assim nomeado pelo Pai desde a Criação do Mundo. 

Deus, como Espírito Perfeito que é não tem como cansar fisicamente, assim sendo, criou o Sétimo Dia Santo para a Humanidade, desde o início, e não para ele. Ver Gênesis, 2.2.


"Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga?". Isaías 40:28

Deixando de lado o Segundo Mandamento que proíbe a confecção de imagens e figuras humanas (Ezequiel, 16.17), mesmo eu não sendo adventista (existem 25 congregações pelo mundo que santificam o sábado), vamos ter de falar sobre o sábado. A exclusão do sábado bíblico de Deus, chamado de santo, solene e de abençoado por ele, a favor de um domingo dos homens, nunca existiu na Bíblia.   Esse imenso desrespeito ao Senhor e ao seu Verbo Jesus se constituiu no descomunal erro ao qual o mundo foi levado, induzido por Satanás a partir de Constantino, a partir do século IV.  Satanás  venceu os santos como teria de acontecer, cumprindo-se as profecias do Apocalipse, 12.17 e Apocalipse, 13.7.

"Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los". Apocalipse, 13.7.

 Jesus promulgou no Sermão do Monte que não veio para excluir nada das Leis, mas para cumprir. Vejamos, então, a coerência de Jesus santificando os sábados:

Voltando a Nazaré, onde fora criado, Jesus entrou, num sábado, na sinagoga, como era seu costume...  Lucas, 4.16

Portanto, Jesus fez questão de mostrar-se santificando o santo e solene sábado, tão rejeitado hoje em dia, como se a modernidade pudesse mudar a Palavra de Deus de acordo com a comodidade geral.

Ainda há os fraquíssimos de espírito, meros tolos ambulantes que alegam que  “Jesus veio para cumprir as leis e já as cumpriu, e nós não temos mais de cumprir" e os domingueiros de estivessem certos, como Jesus santificou os sábados, "nós não temos de santificar".

Agora me respondam os irmãos:  A Igreja cristã que Jesus deixou formada ao morrer não foi aquela que praticava os preceitos que ele ensinou?  Não foi a Igreja Santa, a dos apóstolos, que praticava os preceitos que o próprio Cristo viveu?  Creio, para o bem da Verdade, que todos julguem que sim e isso provaremos abaixo:  A Igreja de Jesus, se espelhando nele, também santificava os sábados mesmo décadas após a morte dele.

A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados  com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

 “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

Somos os verdadeiros herdeiros dos israelitas, do Decálogo, atestado pelo Espírito Santo:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25.

Em Efésios, capítulo 2 Está Escrito que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA. E agora somos um só povo, segundo o apóstolos Paulo;

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Estudando-se o Novo Testamento concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento foi visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso até sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática litúrgica, associada ao culto dominical.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, e foi por sua morte que podemos alcançar a Salvação e não pela ressurreição.

Jesus Cristo não nos libertou das Dez Leis coisa nenhuma, pois não havendo um só Mandamento que traga escravidão, nada há a libertar. Isso é coisa de fariseus! Jesus as resumiu as Dez Leis em duas principais, pois segundo Mateus, 25.31 a 44, segundo a Palavra de Deus, só é possível amar ao Senhor mediante a servidão ao semelhante, por isso mesmo Jesus atrelou o amor ao Senhor ao amor ao semelhante. Quem ama ao Senhor obedece aos seus Mandamentos com relação a ele, que são os quatro primeiros e quem ama seu semelhante, cumpre todos os mandamentos com relação a ele, que são os seis últimos.

Perguntaram a Jesus:

Mestre, qual o maior dos mandamentos da Lei?  Respondeu-lhes Jesus:  Amarás ao teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Este é o grande e Primeiro Mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás a teu próximo como a ti mesmo.  Destes dois Mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”.  Mateus, 22.36 a 40.
Ao contrário dos fariseus que pregam contra o Decálogo, o fundamento do cristão, no preceito acima Jesus novamente ratifica as Dez Leis, pois resumir NÃO é excluir. Paulo abaixo revela esse resumo do Decálogo.

Paulo, o santo apóstolo, ao qual os fariseus modernos atribuem a ele a afirmação de que Jesus pregou os Dez Mandamentos na cruz,  reafirmou as mesmas palavras de Jesus, ou seja, a validade dos Dez Mandamentos na forma do amor ao semelhante, que espelha o amor ao Senhor:

“Pois quem ama o semelhante tem cumprido a Lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás e, se há outro Mandamento, tudo se resume nestas palavras: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da Lei é o amor”.  Romanos, 13. 8 a 10.

Notaram, amado irmãos, que Paulo repetiu Jesus ao afirmar que quem ama, de fato, ao Senhor e ao semelhante está cumprindo todos os Dez Mandamentos.  Por exemplo: quem ama ao semelhante não vai desejar os bens dele e a mulher dele; não vai matá-lo etc. etc. Quem ama ao Senhor não vai praticar nenhum ato vil contra o semelhante, não vai cultuar imagens, não vai dizer o Santo Nome dele em vão e vai ter de santificar os solenes sábados do Senhor, de acordo com o Quarto dos Mandamentos acima.

Depois desse recado direto do Messias, precisa mais para provar que as Dez Leis são perpetuas até o fim dos tempos? Nas Dez Leis, está o Quarto dos Mandamentos, o Único que reconhece ao Senhor como o Criador de tudo, do qual também jamais se poderá tirar uma só letra ou um só caractere até o final dos tempos. Palavras do Senhor!  Os papas reis, por sua conta e risco (altíssimo risco e alta maldição), interferiram e mudaram os Mandamentos de Deus:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Segunda Edição, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

Será mesmo uma Igreja de Deus quando seus dirigentes agridem os Dez Sagrados Mandamentos do Monte Sinai e por seis séculos inteiros regeram uma religião à força, pois mataram, torturaram e saquearam centenas de milhares de pessoas “inimigos do papado romano e ainda tiveram a imensa audácia de venderem lugares eternos no Reino de Deus para sustentar o luxo e a luxúria de seus palácios, e ainda hoje praticam uma doutrina fundamentada em concílios, mas não nas Escrituras?

Bem primeiramente tenho a dizer que não há uma só citação no Evangelho, que só foi escrito décadas após a ressurreição de Jesus, de que o domingo viria a substituir o dia mais sagrado de Deus, o sábado.


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Bem, amados irmãos, já vimos a completa e total impossibilidade de o homem da Bíblia, somente da Bíblia, atentar contra qualquer uma das Dez Leis sem que atente contra o Criador, mas vemos no Evangelho o santo apóstolo Paulo malhar contra as leis, principalmente nos livros de Gálatas. Que leis eram essas, já que o santo apóstolo Paulo jamais, mas nunca mesmo, se oporia a Jesus atentando contra as Dez Leis? Paulo se declara ESCRAVO da Lei de Deus:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

 “Contudo, nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circundar-se. E isto por causa dos irmãos que se entremearam com o fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Cristo e reduzir-nos à escravidão”.  Gálatas, 2.5 e 5.

Aqui o apóstolo Paulo alia a lei antiga da circuncisão à escravidão, e não as Dez Leis, pois não há um só resquício nas Dez Leis que possam carregar escravidão ou maldição.




Notaram, irmãos e irmãs? Só não percebe quem não quer: sempre que Paulo citava as leis que escravizam, as leis que Jesus pregou na cruz, etc, etc, esse apóstolo de Jesus se referia às leis judias que não poderiam valer no cristianismo, pois atentariam contra a liberdade da Nova Religião: o cristianismo, no qual não tinha lugar para as duras leis israelitas, advindas ao tempo de Moisés, sendo a principal delas a lei da morte a pedradas, a lei da dolorosa circuncisão, a da segregação racial, as mesmas leis que os Gálatas pretendiam que fossem aplicadas também aos pagãos convertidos a Jesus

Para o irmão ver a impossibilidade das leis antigas valerem, também, no cristianismo, imagine o apóstolo Paulo ordenando a um grupo de pagãos convertidos:

“Irmãos, para que vocês possam ingressar na religião da liberdade e da graça de Jesus, vou ter de operar o pênis de cada um, retirando o prepúcio. É um ato dolorido, mas faz parte das ordenanças da lei”.

Se eu pudesse estar presente nesse grupo que nunca existiu, eu questionaria o apóstolo Paulo:

“Mas que tipo de religião da graça e da liberdade é essa que quer me empurrar ordenanças da carne e ainda colocar minha vida em risco, no caso de uma infecção no meu pênis?”

Repetindo: mas que religião da liberdade e da graça seria essa? Entendeu, irmão e a irmã, porque Paulo malhava as leis as leis antigas?

As leis más:

 “Para a liberdade foi que Cristo vos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, ao jugo da escravidão. Eu Paulo, vos digo, que, se vos deixardes circundar, de Cristo nada se aproveitará”. Gálatas, 5. 1 e 2.

As leis boas:

Destruímos nós a lei com a fé? Longe disso, antes confirmamos a lei”. Romanos, 3.31.

“Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus”. Romanos, 8.6.  Que lei de Deus é essa? Ora, os Mandamentos de Deus! Não são Nove, mas DEZ!

O apóstolo Paulo, em Romanos, 4.15, assevera que:  onde não há lei, também não há transgressão.

Vejamos o que nos revela a Palavra do Espírito Santo, evidenciando, mais uma vez, a alta importância da observação criteriosa de todos os Mandamentos da Lei.  Lembramos que são Dez, e não nove ou oito:

“Portanto, qualquer um que tiver observado toda a Lei, mas faltar num só ponto dela se torna culpado de todas as outras leis... De fato aquele que disse: “Não cometerás adultério, também disse: Não matarás”.   Se tu, porém, não cometeres adultério, mas matares, és transgressor de toda a Lei, portanto, aquele que disse: “Não matarás”, também disse: “Não adulterarás”.  Epístola de Tiago, 2.10, 8 e 11, mostrando, novamente, o Evangelho do Espírito Santo de Deus legitimando, novamente, todos os Mandamentos, inclusive o Mandamento do santo sábado.

Atenção, quanto ao preceito bíblico acima se foi colocado, foi para ser OBEDECIDO. Não fui eu quem o criou, mas o Espírito Santo de Deus, e se o ignorarmos, estaremos sendo PARCIAIS, ou seja, escolhendo preceitos que nos interessam e abominando outros, mesmo que possam nos trazer dificuldades, ao praticá-los. 

“Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 12.13.

“A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. Romanos, 7.19. Paulo, aqui, ressalva a importância dos Mandamentos de Deus ao que chama de ordenanças, ou regulamentos de Deus.

“...se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, ENTRE TODAS AS NAÇÕES”. Paulo, em Romanos, 16.25.

Em tudo tem de haver regulamentos, pois mesmo com eles o homem se corrompe, o primeiro casal do mundo se corrompeu imagine uma religião sem regras de comportamento. Imagine uma sociedade sem um Código Civil. Sem essas regras escritas de comportamento ninguém poderia ser julgado ou encarcerado.

Atos dos Apóstolos capítulo 15, nos mostra a primeira reunião dos líderes cristãos, onde estavam presentes Pedro e Paulo, com o objetivo maior o de discutir e decidir sobre a lei escrava que era a Circuncisão da carne, lei obrigatória entre os judeus. Encargo pesado, difícil de suportar, segundo os próprios apóstolos:

“Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos.

Então, se reuniram os apóstolos e os presbíteros para examinar a questão. Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que, desde há muito, Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem.

Ora, Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo o Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera. E não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós?

Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Atos dos apóstolos, capítulo 15.

Aqui, o apóstolo Paulo alia a religião da graça à libertação das ordenanças judias que realmente escravizavam, matavam e até amaldiçoavam,mas que só vigoraram até João.   Lucas 16:16..

A dolorosa circuncisão na carne era apenas uma das leis escravas, que amaldiçoavam, leis estas que o Evangelho tanto se colocou contra, principalmente o apóstolo Paulo, mormente nas seis Cartas aos Gálatas.

Essa história contada de que Jesus nos livrou das leis ou que Jesus já cumpriu as leis e por isso não precisamos cumprir, e que o que vale é um coração puro que vive pela religião da graça de Jesus são enganações de Satanás, pois está claro no Evangelho: Primeiro a obediência a Deus, à suas Dez Leis, e depois a religião do Amor. Uma está completamente ligada à outra e uma depende da outra.

Se alguém julgar que as Dez Leis foram revogadas por Jesus por escravizarem o homem, que me aponte um a um dos Dez Mandamentos e mostre qual ou quais dessas leis escraviza e traz maldições



Waldecy Antonio Simões   

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